A resposta curta
Na BrandCode, projetos sob medida começam a partir de R$ 1.500. O valor final depende do tamanho do escopo: uma automação que conecta dois sistemas e um ERP que integra fábrica, estoque, fiscal e financeiro são projetos de naturezas completamente diferentes.
A tabela abaixo mostra os prazos típicos dos projetos mais comuns. Todos partem do mesmo valor de entrada; o que muda é o escopo, definido no diagnóstico gratuito.
| Tipo de projeto | Investimento | Prazo típico |
|---|---|---|
| Automação ou chatbot simples | A partir de R$ 1.500 | 1 a 3 semanas |
| Chatbot com IA integrado ao seu sistema | A partir de R$ 1.500 | 2 a 6 semanas |
| Sistema de gestão (clientes, pedidos, financeiro) | A partir de R$ 1.500 | 1 a 2 meses |
| Sistema com vários módulos e integrações | A partir de R$ 1.500 | 2 a 3 meses |
| ERP sob medida | A partir de R$ 1.500 | 3 a 6 meses |
| App mobile | A partir de R$ 1.500 | 1,5 a 5 meses |
| SaaS ou marketplace | A partir de R$ 1.500 | 2 a 4 meses |
Cada tipo tem uma página com detalhes, funcionalidades e opções de projeto. Por exemplo, desenvolvimento de ERP, sistema de gestão e aplicativo mobile.
O que faz o preço subir
Dois sistemas com o mesmo nome — digamos, um sistema para clínica — podem ter investimentos muito diferentes. O que muda é a quantidade de trabalho escondida em seis fatores:
- Número de módulos e telas. Agenda, cadastro e financeiro é uma coisa. Somar prontuário, faturamento de convênios, estoque e repasse médico multiplica o trabalho.
- Complexidade das regras de negócio. Uma regra do tipo o desconto depende do cliente, da região, do volume e do prazo leva muito mais tempo para construir e testar do que um preço fixo.
- Integrações. Cada sistema externo — emissão de nota fiscal, banco, WhatsApp, marketplace, ERP antigo — é um projeto dentro do projeto. Integrações com sistemas legados sem documentação são as mais caras.
- Perfis de usuário e permissões. Um sistema usado só pelo dono é mais simples do que um em que vendedor, gerente, financeiro e cliente veem coisas diferentes.
- App além do sistema web. Publicar nas lojas da Apple e do Google, notificações e funcionamento offline acrescentam de 30% a 80% ao custo.
- Requisitos especiais. Dados de saúde, obrigações fiscais, alto volume de acessos ou auditoria exigem mais cuidado com segurança, testes e infraestrutura.
Urgência também pesa. Encurtar um projeto de três meses para um mês exige mais gente trabalhando em paralelo, o que aumenta o custo e o risco.
Como o valor é calculado na prática
Quase toda software house calcula o preço a partir de uma estimativa de horas. O projeto é dividido em partes — telas, regras, integrações, testes, implantação — e cada parte recebe uma estimativa. Um sistema de gestão com três módulos costuma ficar entre 150 e 300 horas de trabalho; um ERP completo passa facilmente de mil.
É por isso que um orçamento sério nunca sai em cinco minutos de conversa. Antes de apresentar um valor, é preciso entender o processo da empresa, listar as funcionalidades e decidir o que entra na primeira versão. Desconfie de quem dá um preço fechado sem fazer perguntas: ou o valor está inflado para cobrir o desconhecido, ou o escopo vai ser discutido depois, com a obra pela metade.
Os custos que aparecem depois da entrega
O valor do desenvolvimento não é o único custo de ter um sistema. Inclua estes itens no planejamento desde o começo:
- Hospedagem e banco de dados. Para a maioria das empresas pequenas e médias, entre R$ 100 e R$ 600 por mês. Cresce conforme o número de usuários e o volume de dados.
- Serviços de terceiros. Emissão de nota fiscal, envio de mensagens pela API do WhatsApp, inteligência artificial, mapas e e-mail transacional costumam cobrar por uso.
- Manutenção e evolução. Uma referência comum de mercado é reservar de 10% a 20% do valor do projeto por ano para correções, atualizações de segurança e pequenas melhorias.
- Mudanças de legislação. Sistemas com obrigações fiscais ou trabalhistas precisam de ajustes quando as regras mudam.
Na BrandCode, o projeto inclui três meses de suporte após a entrega. Depois disso, a evolução é contratada conforme a necessidade — sem mensalidade obrigatória de licença, porque o sistema e o código-fonte são seus.
Como economizar sem comprometer a qualidade
- Comece pelo MVP. Liste tudo o que você quer e separe o que resolve a dor principal hoje. Colocar em uso uma primeira versão enxuta em semanas costuma ensinar mais do que meses de planejamento.
- Use peças prontas onde não há diferencial. Login, pagamentos, emissão de notas e envio de e-mails já existem como serviços. Construir do zero só faz sentido onde está a vantagem competitiva da sua empresa.
- Documente o processo antes da primeira reunião. Planilhas, prints dos sistemas atuais e a lista de problemas reduzem o tempo de levantamento — e o valor do orçamento.
- Evite personalizar um sistema legado ruim. Às vezes, gastar para adaptar um sistema antigo custa mais do que construir o módulo novo do jeito certo.
- Prefira entregas incrementais. Pagar por etapas entregues e funcionando reduz o risco dos dois lados.
Sinais de alerta em um orçamento
Preço baixo demais costuma sair caro. Antes de fechar, confira se o orçamento tem estes problemas:
- Não descreve as funcionalidades, só o nome do sistema e o valor total.
- Não diz se o código-fonte é seu ao final do projeto.
- Cobra mensalidade de licença por um sistema que foi desenvolvido e pago por você.
- Não prevê entregas parciais nem período de testes.
- Não fala de hospedagem, suporte ou do que acontece depois da entrega.
Exemplo: quanto custaria um sistema para uma clínica
Imagine uma clínica com seis profissionais que quer agenda online, confirmação automática pelo WhatsApp, cadastro de pacientes e controle financeiro com repasse aos médicos. É um projeto de porte médio: quatro módulos, uma integração principal (WhatsApp) e três perfis de usuário.
Nesse cenário, o investimento parte de R$ 1.500 e cresce conforme os módulos que entram no escopo, com prazo de 45 a 75 dias, mais cerca de R$ 150 a R$ 300 por mês de hospedagem e mensagens. Se a clínica precisar faturar convênios no padrão TISS, o escopo aumenta. Veja como é um sistema para clínica em detalhes.
Conclusão
O preço de um sistema sob medida depende muito mais do que ele precisa fazer do que do nome que ele tem. Com um escopo bem recortado, é possível começar a partir de R$ 1.500 e evoluir conforme o sistema prova o seu valor. O caminho mais seguro é conversar com quem vai desenvolver, sair com uma lista clara do que entra na primeira versão e comparar propostas que descrevem o mesmo escopo.